Escola de Teologia São João Batista abre ano letivo com missa e seminário em Muqui

A Escola de Teologia São João Batista abriu oficialmente o ano letivo de 2026 com a celebração da Santa Missa e um seminário formativo sobre a Campanha da Fraternidade. A programação aconteceu na noite desta quarta-feira, 4 de março, às 19h, na Matriz São João Batista, em Muqui, reunindo alunos, professores e membros da comunidade paroquial.

A Celebração Eucarística e a formação foram conduzidas pelo pároco, padre Enildo Genésio de Souza, que destacou a trajetória e a importância da escola para a formação dos leigos da paróquia.

“A missa foi muito bonita e participativa. Um momento de profunda espiritualidade e comunhão”, afirmou o sacerdote. Ele ressaltou que a instituição chega, em 2026, aos 26 anos de funcionamento ininterrupto. “A escola já funciona há mais de duas décadas. Neste ano, completa vinte e seis anos de história”, pontuou.

Segundo o pároco, a criação da escola nasceu do sonho de membros da própria comunidade. “Ela surgiu do sonho do diácono Bernardino, da Sebastiana Maroni  — ambos falecidos — e de Terezinha Furtado. Eles fizeram teologia em Cachoeiro e se perguntaram: ‘Por que não fundar uma escola de teologia em Muqui?’. E assim a escola foi fundada”, relatou.

A proposta sempre foi fortalecer a formação local, com protagonismo dos leigos. “A Escola de Teologia é conduzida por leigos. São os próprios leigos que dão as aulas, juntamente com os diáconos. Atualmente, contamos também com a participação do diácono Naércio Henrique Gualardi Castanhi”, explicou o padre.

Hoje, a escola atende 90 alunos. Para o pároco, o número expressa o compromisso da comunidade com a caminhada pastoral. “Estamos com noventa alunos, muito motivados e empenhados. Ao longo desses anos, a escola tem contribuído na formação de leigos e leigas da nossa paróquia, que depois atuam como catequistas, ministros da Palavra e lideranças nas comunidades”, destacou.

Após a missa, os participantes acompanharam o seminário sobre a Campanha da Fraternidade 2026. “Foi uma oportunidade de percorrer o caminho do ver, iluminar e agir, proposto pela Igreja”, explicou o sacerdote, ressaltando ainda a expressiva participação dos fiéis.

 

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Autor:

Diocese Cachoeiro

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